USO DA ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR EM PACIENTES DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA- REVISÃO INTEGRATIVA

  • Laurilene Gleicy Mariano da Silva Faculdade de Integração do Sertão – FIS
  • Dayana Priscila Mendes Pereira Faculdade de Integração do Sertão – FIS
Palavras-chave: Estimulação elétrica trasncultênea, Fraqueza muscular, Unidade de terapia intensiva

Resumo

Introdução: O ambiente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em função de suas características e estrutura físico-funcional peculiar, está organizado para prover suporte intensivo e vigilância contínua no diagnóstico e tratamento de pacientes criticamente enfermos, ou seja, aqueles que apresentam grave disfunção ou descompensação em um ou mais sistemas orgânicos, independentemente de seu prognóstico, requerendo assistência multidisciplinar especializada, compatível com a maior complexidade assistencial. Objetivo: Analisar/discutir na literatura benefícios empregados na realização da eletroestimulação neuromuscular em pacientes de unidade de terapia intensiva. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura abrangendo publicações indexadas nas bases de dados: SCIELO, PUBMED, LILAC e a BVS), sendo incluídos artigos entre os anos 2013 a 2021 que abordaram o uso da eletroestimulação neuromuscular em pacientes de unidade de terapia intensiva. Resultados: Foram utilizados 6 estudos referentes ao uso da eletroestimulação neuromuscular em pacientes de unidade de terapia intensiva. Conclusão: pode-se concluir que, a eletroestimulação neuromuscular como recurso fisioterapêutico é um grande promissor capaz de gerar efeitos sistêmicos e dinâmicos, obtendo resultados positivos quando utilizado para recurso estimulador do sistema muscular esquelético periférico e respiratório.

Publicado
2024-06-18
Como Citar
1.
Mariano da Silva LG, Mendes Pereira DP. USO DA ELETROESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR EM PACIENTES DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA- REVISÃO INTEGRATIVA. RMS [Internet]. 18º de junho de 2024 [citado 12º de julho de 2024];6(2):181-8. Disponível em: https://revistamultisertao.com.br/index.php/revista/article/view/733